domingo, 1 de abril de 2012

Palavras, palavras...

Quero escrever
o poema maduro!

Daqueles...
Quaisquer ruas,
Desconhecidos,
Amores fictícios,
Política engajada,
Descrição de paisagens
Nunca vistas.

Maduro: sem brotos
de minhas entranhas.

Sair de mim
O que entra pelos olhos
Entra pelos ouvidos
O que o cérebro confabula
Desviando-se do coração.




6 comentários:

  1. É um prazer ver que você continua criando poemas belíssimos como esse "palavras, palavras". Alusivo, sintético, rico de sentidos, cerebral na busca da impessoalidade. Sua poesia está cada vez mais rica e lapidada. Bom para a poesia. Grande abraço, poetisa.

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  2. Obrigada, Manoel!

    ... É um prazer ter sua presença, seus comentários!

    Abraços!

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  3. Respostas
    1. Obrigada pela visita, Al!
      Sejam bem vindas sua presença e suas palavras!
      Abraços!

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  4. Primeiro: Aaaaaa o Reiffer encontrou suas Pimentas!!! Ele é ótimo e se achou ótimo seu blog está mais do que ótimo, rs... Dois ótimos... na minha singela opinião...

    Segundo: Que maravilha, Gi! A busca da impessoalidade, o questionamento... o conflito e as palavras repletas de sentidos!... Palavras, palavras... podem surgir sem tirar nada de nós?!

    Adorei!

    Beijos =)

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  5. Nadine,
    .. Sabe que a admiração é recíproca!!!
    Acredito que a impessoalidade possa ser buscada, mas jamais aplicada em plenitude: quem conseguirá anular suas impressões??
    Obrigada... sem palavras para exprimir minha gratidão! ;)

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