segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Cerrado I

Do cascalho

Ardósico

Arenítico

Quartzítico

Da sempre-viva

Em pendões multiamarelos

Polibrancos

Minibotões

Dos naturais bonsais

Das raízes heróicas entre rochas

Dos inusitados mananciais

Das almas livres

Desejosas

Ansiosas

Resquícios da civilização ineficiente,

Deserdados, despatriados:

Vagalumes na escuridão.


7 comentários:

  1. Ah que linda... voltou para iluminar o blog.
    Passando aqui para deixar meu beijo!

    Muita bioluminescência...haja luz na escuridão!

    ResponderExcluir
  2. Obrigada, Chris!

    ... Sua presença é luz para mim! ;)

    Abraços!!!

    ResponderExcluir
  3. Uma aula ;)

    Adorei!... Cadê o II???

    Beijos =)

    ResponderExcluir
  4. Nadine, bons ventos a trazem! ;)

    ... Aguarde, em breve Cerrado II aparecerá por aqui...rss

    Abraços!!!

    ResponderExcluir
  5. Simples, bonito e muito gostoso de ler.
    aguardando o II. Bjos.

    ResponderExcluir
  6. Amei o poema, singelo, descrevendo de forma tão agradável um jardim... pelo menos é minha visão! rs

    ResponderExcluir
  7. Obrigada, Rodrigo, pela visita e pelo comentário... rss
    ... Sim, é um agradável e natural jardim! :)
    Beijos!

    ResponderExcluir