sábado, 9 de junho de 2012

Silêncio

As palavras se afogaram.
Todas  elas.
Junto delas
Uma música
Flor
Cintilâncias
Diurnas
Noturnas
Um deus
Uma besta.

Mar tragante
Obscuro fundo
De lama, apodrecidos
Palavras foram ao fundo
Antes, da alma
Agora, entre restos.




6 comentários:

  1. Respostas
    1. Obrigada Cristiano!
      Bom tê-lo por aqui ;)

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  2. palavras se afogam
    não suportam
    a superfície
    pobre
    rasa
    dos fatos

    .

    Belos poemas!
    Abraços, bons caminhos...

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    Respostas
    1. Obrigada pela visita, por suas palavras, Raul!
      Seja bem vindo ao meu "espaço"...

      Abraços!

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  3. A palavra é prata, o silêncio...

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  4. Desculpe o sumiço cara amiga e com ver que não perdeu tua inspiração ou tao pouco tua veia poética!bjo!

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