domingo, 8 de agosto de 2010

... Ser poema

Tem razão em não amar.
Como podem as palavras
Se converter no ser?
A poesia
Digerida,
Absorvida,
Torna-se caloria da alma.
Materializa-se
Em lágrimas,
Risos,
Introspecção,
Surpresa...

... Que ser abarca tudo?
Inimaginável
Assustador
Aliciador
E real,
Real demais
Para ser crido poema.
... Quando se busca o poema,
Nunca alcançar a realidade.


9 comentários:

  1. Vida e poesia se confundem...
    Você é poesia!
    Ah, Gi... muito lindo!

    E és PhD!...

    Beijos =)

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  2. Bela inspiração,para ser postada num domingo, os meus geralmente são vazios, rsrs.
    Adorei Gi, direto e delicado, me lembra um projeto de poeta que conheço, mas muito melhor.

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  3. Obrigada, Nadine!
    Sua presença é sempre uma celebração à poesia!!!


    Van... só conheço poetas... projeto de poeta ainda não...rss Abraços!!!!

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  4. Muito legal ! muito mesmo, inteligente demais.
    Amei quero ler sempre suas poesias!!

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  5. Obrigada, Amanda!
    ... Estarei sempre lendo as suas também!
    Abraços!

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  6. O que se cria, não sei, mas algo se fraciona, como que um pedaço da alma de quem escreve fica ali... ;)

    Bjs, Gi! Belíssimo, como sempre! A.prece.ando-te aqui... ;)

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  7. Obrigada, Francisco!

    ... Sim, há um pedaço da alma em tudo que se escreve... Ou toda ela, em certos casos...rss


    Abraços!

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  8. UUUauuu, isso foi uma metapoesia, linda, que foge do óbvio, palavras lindas inteligentemente e sensivelmente combinadas!!! vou continuar amando seu blog pra sempre assim!! hehehe. bjs.

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    1. Obrigada por suas belas palavras, Amanda!
      ... sua visita é sempre bem vunda!
      :)

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