domingo, 22 de março de 2009

Sem nome, sem tamanho

Já me disseram

e a vida me mostra

que a felicidade se ajusta

ao espaço exíguo

e ao curtíssimo tempo

mas as decepções

não se limitam

ao intervalo de tempo

ou ao espaço.

6 comentários:

  1. Pensamento, embora depressivo, muito profundo e belo. Continue com esses post maravilhosos.

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  2. Verdade Gi, não sei bem explicar, mas é isso mesmo!
    Êta família de mulheres artistas!
    Bjo!

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  3. Obrigada, Marco...

    Depressivo sim, a poesia cabe tudo, não é?
    O que há de bom e ruim...

    Abraços!

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  4. Zizi,

    Brigadinha!!!
    Não sei explicar também... mas é isso mesmo!!
    rsss
    Beijo!

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  5. Oi, Giselle!

    Sabe o que acho legal? Seu poema fala de espaço exíguo, de intervalo de tempo e espaço, fala das perdas e decepções da vida, e o próprio poema está, visualmente, esticado, espremido, disposto de modo incômodo no espaço da folha. Você consegue aliar forma e conteúdo. Será arte?
    Manoel

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  6. Obrigada, Manoel!

    ...Pela visitinha e pelo comentário!

    Arte?? Será a arte "desejo-necessidade-vontade" de exteriorizar o que fervilha?

    Acredito que o tempo e o espaço também se esticam, se espremem... em obediência a nossos sentimentos...

    Beijo grande!

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